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Hey galera, aqui é o Gabriel, bom, acabei por entrar no email do Vagner e pela sua senha rs, pra poder postar melhor as notícias e pra deixar o blog com um visual mais bonito rs. Bom esses dias atrás postei a história de Lúcifer, o Anjo Rebelde, apaguei o post, e vou colocar aqui nesta nova página designada apenas para isso. Agora a história estara completa e com imagens... que todos apreciem e comentem para saber suas opiniões... bom divertimento !

Lúcifer, O Anjo Rebelde

Lúcifer representa a estrela da manhã (a estrela matutina), a estrela D’Alva, o planeta Vênus, mas também foi o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Querubins, como descrito no texto Bíblico do Livro de Ezequiel, no capítulo 28. Nos dias de hoje, numa nova interpretação da palavra, o chamam de Diabo(caluniador, acusador), ou Satã (cuja origem é o hebraico Shai’tan, que significa simplesmente adversário). Atualmente discute-se a probabilidade de Lúcifer ter sido um Rei Assírio da Babilônia.









O rei da Babilônia
Na tradução de Figueiredo verte Isaías 14:12: “Como caíste do céu, ó Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão brilhante?”
Lúcifer (do latim Lux fero, portador da Luz, em hebraico, heilel ben-shahar, הילל בן שחר; em grego na Septuaginta, heosphoros) significa o que leva a luz’, representando a estrela da manhã, o planeta Vênus, que é visível antes do alvorecer. A designação descritiva de Isaías 14:4, 12, provém duma raiz que significa “brilhar” (Jó 29:3), e aplicava-se a uma metáfora aplicada aos excessos de um “rei de Babilônia”, não a uma entidade em si, como afirma o pesquisador iconográfico Luther Link, “Isaías não estava falando do Diabo.Usando imagens possivelmente retiradas de um antigo mito cananeu, Isaías referia-se aos excessos de um ambicioso rei babilônico”
A expressão hebraica (heilel ben-shahar) é traduzida como “o que brilha”, nas versões NM, MC, So. A tradução “Lúcifer” (portador de luz), (Fi, BMD) deriva da Vulgata latina de Jerónimo e isso explica a ocorrência desse termo em diversas versões da Bíblia.
Mas alguns argumentam que Lúcifer seja Satanás e por isso, também foi o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Querubins (Ez 28.14). Assim, muitos nos dias de hoje, numa nova interpretação da palavra, o chamam de Diabo (caluniador, acusador), ou Satã(cuja origem é o hebraico Shai’tan, Adversário
Hebraísmo / Judaísmo
Os judeus o chamam de heilel ben-shachar, onde heilel significa Vênus e ben-shachar significa “o luminoso, filho da manhã”. Alguns judeus interpretam Lúcifer como uma referência bíblica a um rei babilônico. Mais tarde a tradição judaica elaborou a queda dos anjos sob a liderança de Samhazai, vindo daí a mesma tradição dos padres da igreja.
Conceito da Igreja Católica
Segundo a Igreja católica, Lúcifer era o mais forte e o mais belo de todos os Querubins. Então, Deus lhe deu uma posição de destaque entre todos os seus auxiliares. Segundo a mesma, ele se tornou orgulhoso de seu poder, que não aceitava servir a uma criação de Deus, “O Homem”, e revoltou-se contra Deus. O Arcanjo Miguel liderou as hostes de Deus na luta contra Lúcifer e suas legiões de anjos revoltosos; já os anjos leais a Deus o derrotaram e o expulsaram do céu, juntamente com seus seguidores. Desde então, o mundo vive esta guerra eterna entre Deus e o Diabo; de seu lado Lúcifer e suas legiões tentam corromper o homem; do outro lado Deus, os anjos, arcanjos, querubins e Santos travam batalhas diárias contra as forças de Lúcifer.

A aparência de Lúcifer pode variar; acredita-se que ele (chamado agora de Diabo), pode assumir a forma que desejar, podendo passar-se por qualquer pessoa. Seu aspecto físico criado pela Igreja em seus primeiros séculos (e posteriormente herdado pelas várias religiões cristãs) fora copiado de várias entidades das mitologias e religiões de diferentes povos antigos (não exatamente ligadas a maldade); Seu reino, os Infernos, sofreu influência do Tártaro da mitologia grega, morada de Hades, local para onde iam as almas dos mortos, cuja porta de entrada era guardada por Cérbero, o Cão de três cabeças; seus chifres eram de Pã, uma entidade grega protetora da natureza; sua fama de representar uma força eternamente em conflito com Deus veio do Zoroastrismo. Ainda encontramos coincidências com as crenças dos antigos Egípcios, quando se acreditava que o Deus Anúbis (o Chacal) carregaria a alma dos mortos cujo coração ao ser pesado numa balança, fosse mais pesado que uma pluma.
Durante a “baixa Idade Média”, entretanto, que o “Anjo Decaído” ganhou a hedionda aparência com a qual o conhecemos hoje; asas de morcego, pés de bode, olhos de fogo, chifres enormes na cabeça, olhar aterrorizante, etc. A idade das trevas fora um momento fértil para a propagação de crenças nas ações de forças demoníacas agindo sobre o mundo. Os milhões de mortos nas epidemias de peste negra geraram, juntamente com a ocorrência de guerras sangrentas, a idéia de que “o Anticristo estaria atuando no mundo”. Foi aí que Lúcifer passou a representar a personificação do mal da forma mais intensa e poderosa que conhecemos hoje. Surge a crença de que para cada ser humano vivo na Terra, Lúcifer criou um Demônio particular, encarregado de corromper aquele indivíduo; já Deus, não poderia deixar por menos, e criou para cada ser humano um “Anjo da Guarda” ao qual incumbia da missão de proteger e zelar pela alma daquela pessoa.
Interessante observar que o próprio Jesus Cristo é a estrela da manhã que ilumina até o fim dos tempos toda escuridão (trevas), como em Apocalipse 22:16 onde está escrito: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo. Ele atestou para vocês todas essas coisas a respeito das Igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, sou a estrela radiosa da manhã.”. Assim como em II Pedro 1,19 que diz: “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumina em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela D’alva apareça em vossos corações.”.
A palavra Lúcifer significa “o portador da luz” ou “o portador do archote” (a palavra tem sua origem no latim, lux ou lucis com o significado de “luz”; ferre com o significado de “carregar”). Ou seja, de acordo com a origem, seu significado é “aquele que carrega a luz”. Apesar de Satanás ser originalmente conhecido como Lúcifer, perdeu seu posto ao desejar subir a alturas acima de Deus e de Seu Ungido (Jesus Cristo).
A visão teosófica
Corroborando outras opiniões, o Glossário Teosófico de Helona Blavatsky diz que Lúcifer é a Estrela da Manhã, o planeta Vênus, e literalmente a palavra significa O Portador da Luz. Rejeita a atribuição a Lúcifer dos defeitos do orgulho e da arrogância que o cristianismo lhe imputou, nem diz que ele é a origem do mal e tampouco o identifica com o diabo e similares, que considera produtos apenas da imaginação humana sem existência autônoma real. Blavatsky faz notar, como já foi dito acima, que o próprio Cristo, no Apocalipse (cap. XXII, 16) chama a si mesmo de “Estrela da Manhã”.
Mas o nome também esconde uma multiplicidade de significados alegóricos, dos quais talvez o mais importante é sua identificação com Manas, a Mente dual, a inteligência espiritual que habita em todos os homens, que tanto condescende voluntariamente em cair na matéria como é o agente que foge por si mesmo da animalidade e resgata-se para uma vida superior, sendo ao mesmo tempo o Tentador e o verdadeiro Redentor interno de cada um.
Outras opiniões
Muitos exegetas afirmam que não existe fundamentação bíblica para identificar Lúcifer como o Satã tentador. Esta confusão com Satã foi ocasionada por uma má interpretação de Isaías 14:12-15: “Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.”.
Esta interpretação é geralmente atribuída a São Jerônimo, que ao traduzir a Vulgata atribuiu Lúcifer ao anjo caído, a serpente tentadora das religiões antigas, embora antes dele esta interpretação não existisse. Oficialmente a Igreja não atribui a Lúcifer o papel de Diabo, mas apenas o estado de “caído” (Petavius, De Angelis, III, iii, 4).
Por exemplo, a enciclopédia Estudo Perspicaz das Escrituras, vol.1, pág, 379, explica que “o termo “brilhante”, ou “Lúcifer”, é encontrado na “expressão proverbial contra o rei de Babilônia” que Isaías mandou profeticamente que os israelitas proferissem. De modo que faz parte duma expressão dirigida à dinastia babilônica.
Que o termo “brilhante” é usado para descrever um homem e não uma criatura espiritual é notado adicionalmente na declaração:“No Seol serás precipitado.” Seol é a sepultura comum da humanidade — não um lugar ocupado por Satanás, o Diabo. Além disso, os que vêem Lúcifer levado a essa condição perguntam: “É este o homem que agitava a terra?” É evidente que “Lúcifer” se refere a um humano, não a uma criatura espiritual. — Isaías 14:4, 15, 16.”
Por que se dá tal ilustre descrição à dinastia babilônica? Temos de dar-nos conta de que o rei de Babilônia seria chamado de brilhante apenas depois da sua queda e de forma escarnecedora. (Isaías 14:3)
O orgulho egoísta induziu os reis de Babilônia a se elevarem acima daqueles à sua volta. A arrogância da dinastia era tão grande, que ela é retratada fazendo a seguinte declaração jactanciosa: “Subirei aos céus. Enaltecerei o meu trono acima das estrelas de Deus e assentar-me-ei no monte de reunião, nas partes mais remotas do norte. . . . Assemelhar-me-ei ao Altíssimo.” — Isaías 14:13, 14.
As “estrelas de Deus” são os reis da linhagem real de Davi. (Números 24:17) A partir de Davi, essas “estrelas” governavam desde o Monte Sião, e com o tempo, o nome Sião passou a ser aplicado a toda a cidade. Por decidir subjugar os reis judeus e depois removê-los daquele monte, Jerusalém, Nabucodon declara sua intenção de se colocar acima dessas “estrelas”.
Em vez de atribuir a Deus o mérito dessa vitória sobre eles, coloca-se arrogantemente no lugar Dele.
Portanto, é depois da sua queda que a dinastia babilônica é chamada zombeteiramente de “brilhante”.
Com certeza a arrogância dos governantes babilônicos realmente refletia a atitude de Satanás, o Diabo também chamado de o “deus deste sistema de coisas” ou o “deus deste mundo”.-(2 Coríntios 4:4)
“Satanás também anseia ter poder e deseja colocar-se acima de Deus. Mas a Bíblia não atribui claramente o nome Lúcifer a Satanás”.- it-1 379.

Espero que tenham gostado desse post, comentem sobre o que vocês acham sobre Lúcifer, quem realmente ele foi ou é ? De onde veio ? Realmente ele já foi um bom anjo ? Já foi um rei ?



A "Prostituta" sentada sobre a besta



A besta da terra e a dos mares.


A grande prostituta sentada sobre a besta, representa o domínio de uma determinada igreja sobre muitas nações que reina desde a queda do império romano em 476 depois de Cristo, e o que restou do império romano foi a religião que reina até os dias de hoje através da figura de um líder religioso mundial. Ap.17:18 -A mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra. (Roma)
Esta igreja está também inserida no sistema mundial, que vem sendo montado pelo anticristo que irá surgir como um grande líder político mundial que será eleito por dez nações de poderio bélico(dez chifres) para governar o mundo.
A mulher, representa esta igreja , o estar sentada, significa poder de persuasão sobre as nações, e este poder terá o seu fim quando na metade dos sete anos,o próprio Satanás iniciar o seu reinado ao tomar o corpo do anticristo para reinar os últimos 1260 dias, pois ele não irá suportar nenhum tipo de opinião sobre suas atitudes.


Igreja representada pela mulher.

A besta que sobe da terra
Observe em Ap.13:11-14 que diz o seguinte: E vi subir da terra outra besta, que tinha dois chifres semelhantes ao de um cordeiro; e falava como um dragão.- E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”cuja a chaga mortal fora curada.“(refere-se ao anticristo que morreu ao receber o impacto da possessão do diabo em seu corpo e reviveu) - E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu á terra, à vista dos homens. – E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem a besta que recebera a ferida de espada e vivia.
Notamos que neste capítulo 13 de Apocalipse surgem de duas bestas: A primeira besta que subiu do mar é um grande líder político mundial,(o anticristo), que irá governar o mundo; a segunda besta é a que subiu da terra, ou seja, é um grande líder religioso, (o falso profeta) que irá fazer uma imagem da primeira besta, (do anticristo já incorporado pelo próprio Satanás, que faz maravilhas) para que todos o adorem.
Quem será esse líder religioso mundial que apoia adoração de imagens?
Com isso podemos afirmar que a Grande babilônia é o sistema mundial que será regido através do anticristo pelo lado político, e o religioso através do falso profeta, que é líder de uma determinada igreja que tem a responsabilidade da unificação da religião.
Veja também ap. 17:10, que cinco reinados já caíram, (cinco cabeças do dragão de Apocalipse, já caíram): Babilônico, Medo, Persa, Grego, Romano, todos foram impérios globalizados, representados também pela estátua do sonho do rei Nabucodonosor através demetais, Cabeça de ouro – Império Babilônico, Peito e braços de prata – Império Medo e oImpério da Persa, Ventre de bronze – Império Grego, Pernas de ferro – Império Romano,um existe; é o reinado religioso sobre as nações emancipadas que reina desde a queda do último reino globalizado que tivemos que foi o império romano até os dias de hoje representado pelo barro dos pés da estátua, outro ainda não é vindo ( reinado do anticristo), representado pelo ferro dos pés da estátua, ou seja, o mundo globalizado novamente, e quando vier, convêm que reine um pouco de tempo.(Reinado do anticristo homem durante 1260 dias).
A besta que era e já não é (a besta que era humana e já não é), é o oitavo ( O próprio Satanás reina os últimos 1260 dias usando o corpo do anticristo).
Neste último período, Satanás de posse do corpo humano do anticristo, tentará realizar o seu sonho, que é o de ser adorado como deus pela humanidade.
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O Anti Cristo

Anticristo é uma denominação comum no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham a Jesus Cristo, e também designa um personagem escatológico, que segundo a tradição cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda vinda de Cristo.
Considerações gerais
O termo anticristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas nas cartas do apóstolo João. As passagens são 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3 e 2 João 1:7, onde o termo anticristo é definido como um “espírito de oposição” aos ensinamentos de Cristo. O Cristianismo crê, no entanto, que este “espírito” seja uma personificação de um “messias demoníaco” que virá nos últimos dias. Por essa razão, os cristãos creem que este anticristo é descrito em outros textos, tais como o livro de Daniel, as cartas de Paulo (como “o homem do pecado”) e o Apocalipse como a “Besta que domina o mundo”. Para certos grupos cristãos, incluindo a Igreja Católica, tal Besta chegou a ser personificada através do imperador romano Nero.
Ao longo da história, diversas correntes cristãs acusaram-se entre si ou atribuíram aos seus inimigos a designação de “anticristos”, sendo exemplos de utilização de tais argumentos, a utilização pela apoiantes ou opositores da Reforma Protestante, durante o Cisma Papal, nas cruzadas (como referência ao profeta Maomé) e em diversos outros acontecimentos.
Atualmente, o termo é bastante popular sobretudo no meio cristão protestante, onde existe uma interpretação por parte de muitos grupos de que o Anticristo será uma pessoa que se oporá aos mandamentos da Bíblia e organizará uma sociedade baseada em valores outrora atribuídos ao paganismo, onde todos os cidadãos poderão ser controlados através de uma marca na mão ou na testa à semelhança da marca que os romanos impunham sobre seus escravos, e que seria o número 666. Este Anticristo, por fim, seria derrotado por Cristo em sua segunda vinda, quando se estabelecer seu reinado milenar.
Outros observadores consideram também que o termo Anticristo poderá estar ligado aos modernos movimentos satânicos.
Outros já observam que o anticristo falado pelos apóstolos cristãos do primeiro século era alguém que já atuava naqueles dias. Não era personagem de um futuro tão distante, nem futuro próximo. O apóstolo disse: “…anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo”.





Trindade Satânica.
Anti Cristo
Satanás, no papel de “pai”
o anticristo, no papel de “filho”
o falso profeta, no papel de “ajudador”
Falso Profeta
O falso profeta será o admirador número 1 do anticristo. Ele será a pessoa que abria o caminho do anticristo, promovendo ao mundo que o anticristo seria o verdadeiro Messias, engrandecendo seus falsos milagres e prodígios.
Apocalipse 13:14-15:
“E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.”
O falso profeta também será o idealizador e ministrador da marca da besta, conforme Apocalipse 13:16-18:
“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
Anticristo
Anticristo é uma denominação comum no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham a Jesus Cristo, e também designa um personagem escatológico, que segundo a tradição cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda vinda de Cristo.
A Bíblia define o anticristo como o “filho da perdição” e “homem do pecado”, conforme 2 Tessalonicenses 2:3-4:
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado , o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
Lúcifer
Anjo caído, seu único pecado foi amar Deus mais do que aos homens. desde então tem como objetivo o causar o apocalipse a custa dos homens.
Porém, o destino final destes três será o lago de fogo e enxofre, conforme Apocalipse 20:10:
“E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.”


Demonologia - Dicionário de Demônios (60 Nomes)

Todas estas descrição são meramente mitológicas, o aspecto com que os demônios aparecem é relativo, pois cada pessoa poderá vê-los de formas diferentes ou eles tomarem aspectos diferentes consoante a afinidade vibratória com a pessoa.

Acredito que os demônios ( daimones= espíritos ) aparecem não fisicamente mas sim sob forma astral… Pelo menos as entidades que vi eram sempre espectrais, ou energéticas.
  1. Abaddon: Abaddon em hebraico significa destruição. Este demônio é um dos anjos destruidores do Apocalipse, sendo referenciado na Bíblia no livro de Job, ( 26,6), assim como no livro do Apocalipse, (9,11).
  2. Adramelech: demônio Sumeriano.
  3. Abraxas: Na antiguidade o nome deste demônio era gravado em pequenas pedras,( as pedras de Abraxas), que eram utilizadas para fabricar amuletos. De acordo com a ancestral tradição mística Egípcia, o nome desta entidade era usada para representar e invocar tanto Deus como o demônio, tanto a luz como as trevas, pois em representa a dualidade em tudo aquilo que existe: morte e vida, calor e frio, noite e dia, etc.
  4. Agares: É um duque chamado Agreas , Agaros ou Agares . Ele tem o poder de percorrer rapidamente grandes distâncias e retornar quando requisitado. Ensina todas as línguas ou dialectos presentemente . Ele também destrói dignidades temporais e espirituais, e causa tremores sísmicos. Era da ordem das Virtudes e comanda 31 legiões de espíritos .
  5. Alpuch: demônio Maia.
  6. Ahriman: demônio Mazdeano.
  7. Amon: Um Marquez de grande potência. Ele mostrará todas as coisas passadas e futuras. Ele reconcilia amizades entre amigos, g overna 40 legiões de espíritos.
  8. Apollyon: Sinônimo grego para Satan , o arqui-demônio…
  9. Arawn: Deus irlandês da vingança, do terror e da guerra. Arawn é o deus do mundo subterrâneo dos mortos.
  10. Astaroth: Ele é um duque poderosíssimo, aparece na forma de um anjo medonho, montado sobre a besta-dragão do inferno com uma víbora na mão direita. Conhece todos os segredos da Criação e responde questões sobre o passado, presente e futuro. Pode fazer os homens sábios em todas as ciências liberais. Reina sobre 40 legiões de espíritos. Diz-se também que é a deusa fenícia da lascívia, equivalente à Ishtar babilónica.
  11. Asmodeus: Asmodeus é tido como um dos cinco príncipes do inferno. Asmodeus, ( também Asmodai), é o demônio do sexo e da Luxúria, podendo tanto desunir como unir casais. Era irmão de Caim, portanto também um dos filhos de Lúcifer com Lilith.
  12. Azazel: Azazel, foi um dos famosos demônios que desceram dos céus para se unir ás filhas dos homens, conforme descrito no livro de Génesis. Em troca da união carnal com as mulheres, ele ensinou á humanidade as artes da guerra e da criação de armas. Às suas mulheres, Azazel ensinou os segredos dos cosméticos,(o que tanto lhes agradou), assim como lhes revelou os segredos da prática da Magia Negra.
  13. Baphomet: Baph+Metis do grego “Baptismo de Sabedoria”. O Bode com seios de mulher, asas de anjo, tocha da iluminação na testa, adorado pelos Templários como símbolo de satan.
  14. Baal: Bael ou Baal é o primeiro espírito da Goetia , é um rei que governa a leste, senhor da tempestade e da fecundidade. O seu nome deriva da palavra ba’l e significa “dono”, “senhor”Este espírito fala atropeladamenteEle reina sobre 66 legiões de espíritos infernais e manifesta-se sob variadas formasàs vezes como um homem, e às vezes de todas as formas possíveis de uma vez.
  15. Barkaial: Anjo caído, citado no Livro de Enoch, que ensinou aos mortais os segredos da astrologia.
  16. Beleth: Beleth , Bileth , Bilet , ou Byleth . É um rei poderoso e terrível. Beleth causa todo tipo de amor que pode haver entre homens e mulheres. É da ordem das potências e governa 85 legiões de espíritos .
  17. Belial: Belial é um dos mais conhecidos e poderosos demônios infernais. O seu nome deriva da divindade Caananita « Baal ». Na religião Caananita Baal é o Deus criador de todas as coisas, tal como para os judeus HYHV é o Deus criador de toda a existência. « Baal » significa na verdade « senhor », ou «Lorde», ou «Amo». O seu feminino é «Baalat». Na demonologia é visto como um dos mais poderosos seres espirituais, aquele que se opõem ao Deus Javé e á sua ordem. Na sua condição de Rei – Chefe ou do Sheol, ele é responsável pelo pecado do orgulho, da arrogância e da loucura. Antes da revolta contra Deus, Belial era o primeiro arcanjo da criação na hierarquia celestial .
  18. Behemoth: Personificação hebraica de satan na forma de um elefante.
  19. Beherit: Nome Sírio para Satan.
  20. Belphegor: Belphegor é um importante demônio que concede a capacidade de realizar descobertas e invenções. È o demônio do talento e da criatividade , o génio que influencia os génios e as suas invenções. Belphegor pode também gerar grandes riquezas e prosperidade material.
  21. Belzebu: Belzebu é o tenente dos exércitos infernais, estando directamente sob a autoridade de Lúcifer, o imperador do Inferno. Famoso pela sua alcunha ” Senhor das Moscas ” ( do hebraico Ba’al Zebub ), O demônio Balzebu preside aos Sabbath das bruxas, pois é senhor de todos os rituais que ali se celebram. A eucaristia das missas negras, é realizada sob o selo de Belzebu .
  22. Bile: Deus Celta do Inferno.
  23. Dagon: demônio filisteu vingativo, do MAR.
  24. Damballa: Deusa serpente do vodu.
  25. Diabolus: Do grego “fluindo para baixo “.
  26. Emma-O: Regente japonês do inferno.
  27. Haborym: Sinônimo grego para Satan.
  28. Hécate: Deusa grega do submundo e da feitiçaria.
  29. Incubus: Do latim incubu, incubare: deitar-se em cima, também se denominava ( efialte ), Incubus são uma classe demoníaca masculina que se alimenta da energia psíquica de mulheres que possui carnalmente durante o seu sono. Certas doutrinas demonologistas consideram que os Incubus são na verdade anjos que caíram em virtude do seu gosto pecaminoso pelo prazer da carnalidade . São também denominados “Amantes astrais” que algumas mulheres atraíam através de feitiçarias.
  30. Leviathan: É um tipo de demônio morfologicamente associado a terríveis e respeitáveis forças da natureza, um misto de bestialidade e força elemental. Surge no Livro de Job como um monstro aquático, uma fusão entre a besta mais feroz, ( representativa assim de uma das formas da bestialidade), e a imponência do poder do mar ,( associado assim ao elemento da água na sua mais feroz manifestação).
  31. Lilith: Lilith é um demônio feminino ( Súccubus ) de origem Suméria , mãe de demônios. Possuidora de grande beleza, é a concubina preferida de Lúcifer, possui o título de rainha do Inferno. Lilith foi a primeira mulher de Adão, a primeira mulher criada por Deus e que antecedeu Eva. Contudo ao contrário de Eva que foi criada a partir da costela de Adão, e que por isso era obediente, Lilith foi gerada em pé de igualdade com Adão, e por isso revelava traços de grande independência, o que desagradou ao seu esposo humano. Lilith era também livre e lasciva, sendo que se recusava a sujeitar sexualmente a Adão, ou sequer e submeter á sua suposta superioridade . Lilith abandonou o Paraíso e fugiu para o Mar Vermelho, onde conheceu e manteve relações com diversos demônios. Segundo a etimologia judaica vulgar, o nome Lilith deriva de « Layil », que significa « noite ». O mesmo nome, de acordo com as tradições assírio -babilónicas, significa « demônio feminino » ou « espírito dos ventos ». Em Sumério a palavra “Lil” significa “Ar” e “lilitu” seria “espírito”. Os Hebreus descreviam por exemplo “Adart Lili” um espírito jovem feminino. Acredita-se que Lilith tinha uma irmã, outra súccubus, que era Nahemah.
  32. Loki: demônio teutónico.
  33. Lúcifer: O seu nome em hebraico, ( הילל בן שחר ) significa « estrela da manhã », ou « estrela da alvorada», ou « luz da alvorada », estando todas estas expressões associadas ao planeta vénus que antes da alvorada, aparece como a primeira fonte de luz do dia que esta para nascer. Lúcifer é também conhecido por ser o « portador da luz », pois é o anjo da sabedoria . Diz-se que Caim é filho de Lúcifer, Também Mammon , Lúcifer tem 5 consortes sendo a principal Lilith.
  34. Mammon: Mammon é um demônio aramaico, relacionado com a avareza, que igualmente é responsável pela concessão de riquezas. De acordo com algumas fontes demonológicas, Mammon é o filho de Lúcifer e Lilith.
  35. Mefistófeles: demônio das sombras que traz obscuridade á alma e que habita nas trevas da noite. A etimologia do seu nome advém do grego e significa « aquele que odeia a luz ».
  36. Mantus: Deus etrusco do inferno.
  37. Mastema: Sinônimo hebreu para satan ( como reparou, satan tem imensos nomes)
  38. Mefistófeles: Do grego mephistopheles , aquele que evita a luz, Faustus.
  39. Moloch: demônio fenício e canaanita.
  40. Nahemah: Nome da princesa dos súcubus, os demônios femininos. Irmã de Lilith
  41. Nihasa: demônio índo-americano.
  42. O-Yama: Nome japonês para Satan.
  43. Pan: Deus grego da luxúria , depois catalogado como demônio.
  44. Paimon: Um grande Rei, muito obediente a Lúcifer . Ele possui uma poderosa voz e fala jorrando palavras em tal número que o mágico não pode compreender a menos que o puder compelir a obedecer. Este espírito pode ensinar todas as artes e ciências, além de coisas secretas . Descobre qualquer coisa que esteja sobre a terra ou sob as águas e o que a mente é, e onde ela se encontra; ou algum outro desejo que o magista queira saber. Chefia 200 legiões de espíritos .
  45. Pluto: Deus grego do submundo.
  46. Pwcca: Nome galês para Satan.
  47. Pomba Gira: Pomba gira é vista como um Exú feminino, um mensageiro entre este mundo e o mundo espiritual, um espírito, ( que nas religiões Abraamicas do deserto seria certamente visto como um anjo), de forte e vincada personalidade. Pomba gira é um espírito feminino também de luxúria, sendo que todos os prazeres e coisas deste mundo lhe são agradáveis . Tem aparência de “Diaba” vermelha, nua e sensual. Ela costuma ser invocada para trabalhos de magia sexual, amarração, separar ou unir casais, etc.
  48. Sammael: Samael é o demônio relacionado com a morte , relacionado ainda com os pecados da ira e da violência, ao passo que concede o poder da pratica da magia negra . Do hebreu “veneno de Deus”.
  49. Satan: O termo Satã advêm do hebraico שָטָן ,(em árabe شيطان ), que significa « acusador », ou « adversário », ou « opositor ». O termo em si não se refere a nenhuma entidade nem é um nome em particular, mas antes um adjectivo qualificativo ou uma espécie de título, uma vez que todo aquele que seja um « opositor » ou « adversário » do Deus Javé é um « Satanás ». Ao abandonar o céu para se unir carnalmente ás mulheres, Satã fez-se acompanhar de seguidores, uma cerca três centenas de anjos que desceram á terra. Foi Satã,( e os seus seguidores), que num acto de rebeldia contra Deus, entregaram á Humanidade o saber sobre todas as ciências: astrologia, astronomia, física e química, os segredos da fabricação de metais, as leis, a magia, etc. Foi também da união entre Satã ,(e os seus anjos seguidores), com as mulheres, que nasceu a raça Nefilim.
  50. Sedit: demônio indo-americano.
  51. Sekhmet: Deusa egípcia da vingança.
  52. Seth: demônio egípcio, representa o mal.
  53. Shaitan: Nome árabe para Satan. Para os Yezidi era “Melek Tawus”
  54. Succubus: Succubus é um demônio de essência feminina que pode assumir a forma de uma bela e irresistível mulher. Este tipo de demônio feminino esta relacionado com a sexualidade e a luxúria. O Succubus ataca os homens durante a noite, a fim de ter relações sexuais com eles. Por esse meio, este demônio actua como um vampiro, sugando as energias vitais da sua vítima noite após noite . Alguns exemplos de demônios femininos que podem agir como succubus: Lilith, Pomba-gira.
  55. Supay: Deus Inca do mundo subterrâneo.
  56. Tchort: Nome Russo para Satan, “Deus negro”.
  57. Tunrida: demônio feminino escandinavo.
  58. Typhon: Personificação grega de satan.
  59. Yaotzin: Deus azteca do inferno.
  60. Zagan: O demônio Zagan é o demônio da falsificação ou da criação de falsidades que parecem ser reais. Este demônio é um dos presidentes das regiões infernais. O demônio Zagan é também capaz de conceder boa disposição e sentido de humor, ao mesmo tempo que tem a capacidade de transformar água em vinho e vinho em sangue.
Profetas piedosos ensinaram o homem a temer Satan. Mas e os termos, como “temente a Deus”? Se Deus é tão misericordioso, porque as pessoas têm de temê-lo?
Vamos acreditar que não há lugar algum que possamos escapar do medo? Se você tem que temer Deus, por que não ser um “temente a Satan” e pelo menos ter a diversão que, sendo temente a Deus, é negada a si?
Sem cada um destes medos indiscriminados, os religiosos não teriam nada com que manipular poderosamente os seus seguidores.
A deusa teutónica da morte e filha de Loki foi chamada Hel, uma deusa pagã da tortura e da punição. Outro “L” foi acrescentado quando os livros do Velho Testamento foram formulados.
Os profetas que escreveram a Bíblia não conheciam o vocábulo “Hell”; eles usaram o hebreu “Sheol” e o grego “Hades” que significavam o túmulo; também o grego “Tártaros”, que foi o lar dos anjos caídos, o inferno (dentro da terra), e “Gehenna”, que era um vale próximo a Jerusalém onde o reinado e o refugio de Moloch foi conquistado e queimado.
E assim que a igreja cristã desenvolveu a ideia de “fogo e enxofre” no Inferno.





Leviatãs- Monstros do fim do mundo

O Leviatã é uma criatura, geralmente de grandes proporções, bastante comum no imaginário dos navegantes europeus da Idade Moderna. Há referências, contudo, ao longo de toda a história, sendo um caso recente o do Monstro de Lago Ness.
No Antigo Testamento, a imagem do ‘Leviatã é retratada pela primeira vez no Livro de Jó, capítulo 41. Sua descrição na referida passagem é breve. Uma nota explicativa revela uma primeira definição: “monstro que se representa sob a forma de crocodilo, segundo a mitologia fenícia” (Velho Testamento, 1957: 614). Não se deve perder de vista que nas diversas descrições no Antigo Testamento ele é caracterizado sob diferentes formas, uma vez que funde-se com outros animais.
“18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva. 19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. 20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira. 21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.”

NA VISÃO DA BÍBLIA
  • “Poderás tirar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com uma corda?” (Jó 41.1).
  • “Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto” (Sl 74.14).
O termo é hebraico: liwjathan, cujo significo é “animal que se enrosca”, sendo modificado pelo latim bíblico para leviathan. Também é conhecido como “o monstro marinho” do caos primitivo e cujas origens remontariam à mitologia fenícia, na qual encarna a resistência oposta a Deus pelos poderes do mal. Trata-se do nosso popular crocodilo, um réptil de grande porte que vive quase que constantemente na água.


O Livro de Jó, capítulos 40 e 41, aponta a imagem mais impressionante do Leviatã, descrevendo-o como o maior (ou o mais poderoso) dos monstros aquáticos. No diálogo entre Deus e Jó, o primeiro procede a uma série de indagações que revelam as características do monstro, tais como “ninguém é bastante ousado para provocá-lo; quem o resistiria face a face? Quem pôde afrontá-lo e sair com vida debaixo de toda a extensão do céu? ….Quem lhe abriu os dois batentes da goela, em que seus dentes fazem reinar o terror?…… Quando se levanta, tremem as ondas do mar, as vagas do mar se afastam. Se uma espada o toca, ela não resiste, nem a lança, nem a azagaia, nem o dardo. O ferro para ele é palha, o bronze pau podre” (Bíblia Sagrada, 1957: 656). Ao lado do Leviatã, no capítulo 40 do livro de Jó, aparece o Behemoth[9], vigoroso e musculoso animal terrestre, “sua força reside nos rins e seu vigor no músculo do ventre. Levanta sua cauda como (um ramo) de cedro, os nervos de suas coxas são entrelaçados; seus ossos são tubos de bronze, sua estrutura é feita de barras de ferro” (Bíblia Sagrada, 1957: 654). Na bíblia também fala que Deus enviara Behemoth para matar Leviatã. Eles terão uma grande batalha, onde os dois morreriam, mas Behemoth sairia vitorioso por cumprir sua missão.
A origem histórico-mitológica de tais animais descritos na Bíblia é uma questão um tanto obscura. Ambos animais têm sido associados a algumas sagas, o leviatã talvez esteja associado ao “Tiamat”, uma divindade da saga da Babilônia. O que interessa, no entanto, é não se ater às diferentes opiniões a respeito desses animais que aparecem na Bíblia Hebréia, uma vez que os historiadores e teólogos da Bíblia não os relacionam ao mito político ao qual Hobbes se refere (Schmitt, 1938: 6).
Não obstante diferentes interpretações, o Leviatã aparece na Bíblia sob a forma do maior dos animais aquáticos, como um crocodilo ou então na forma de um enorme peixe, uma baleia. O behemoth, como animal terrestre representado sob a forma de um hipopótamo.
Na União do céu e do inferno, William Blake escreveu:
“Debaixo de nós nada mais se via senão uma tempestade negra, até que, olhando para oriente, entre as nuvens e as vagas, divisamos uma cascata de sangue misturado com fogo, e próximo de nós emergiu e afundou-se de novo o vulto escamoso de uma serpente volumosa. Por fim, a três graus de distância, na direcção do oriente, apareceu sobre as ondas uma crista incendiada: lentamente elevou-se como um recife de ouro, até avistarmos dois globos de fogo carmesim, dos quais o mar se escapa em nuvens de fumo. Vimos então que se tratava da cabeça do Leviatã a sua fronte, tal como a do tigre, era sulcada por listras de verde e púrpura. Em breve vimos a boca e as guelras pendendo sobre a espuma enfurecida, tingindo o negro abismo com raios de sangue, avançando para nós com toda a fúria de uma existência espiritual.”
Conforme Jó 41:18-21, muitos também acreditam que o Leviatã pode ter sido um dragão:
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva. 19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. 20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira. 21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.r inferência, a criatura também é citada em Ezequiel 29.3 e 32.2, como sendo um “dragão”. É interessante notar que fósseis já identificaram crocodilos de até 15 metros que viveram sobre a terra na antiguidade. Atualmente, os maiores representantes da espécie não excedem os sete metros.


Cavaleiros do Apocalipse



Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse são personagens descritos na terceira visão profética do Apóstolo João no livro bíblico de Revelação ou Apocalipse. São geralmente representados pelos símbolos relacionado na narrativa: Conquista (ou às vezes “O Anti – Cristo”), Guerra, Fome e Morte, embora somente o cavaleiro da morte seja identificado por nome.
Contexto
Após contemplar toda a estrutura da organização celestial de Jeova Deus, João vê em sua mão direita um rolo (manuscrito enrolado em formato cilíndrico) com sete selos. Em seguida Jesus Cristo (descrito como o Leão da tribo de Juda, a raiz de Davi, um cordeiro em pé, como se tivesse sido morto) tira o rolo da mão direita do sentado no trono. Esses cavaleiros começam sua cavalgadura por ocasião da abertura do primeiro desses sete selos e a cada selo aberto um cavaleiro aparece sendo no total de quatro. Há interpretações que associam esses eventos com os descritos nas visões do profeta Daniel que se iniciam no final das 70 semanas e cavalgam até a Grande tribulação findando no Armagedom.
Simbologia relacionada
Como em outros livros de profetas bíblicos como Isaías, Daniel e Ezequiel aspectos da narrativa como local, tempo, quantidade, personagens envolvidos e referências são vistos de forma simbólica e muitas vezes interpretados de maneira relacionada a outras passagens bíblicas e acontecimentos passados ou atuais.
* O número quatro na simbologia numérica bíblica representa quadrangulação em simetria, universalidade ou totalidade simétrica, como em quatro cantos da Terra, quatro ventos. Vemos isso também em outros textos (Apocalipse 4:6; 7:1, 2; 9:14; 20:8; 21:16), provavelmente tornando esses quatro Cavaleiros parte de um único evento relacionado.
* Cavalos e cavaleiros em muitas culturas o cavalo é símbolo de impetuosidade e impulsividade relacionadas com os desejos humanos além de ser associado com água e fogo por serem muitas vezes incontroláveis. Também é tido como a relação com o divino servindo de guia de almas, sendo muitas vezes enterrados junto com seus donos. Exprime também vigor e viriliade por vezes simbolizando a juventude. No contexto histórico principalmente nos campos de batalha o cavalo, era treinado muitas vezes para matar soldados com suas patas ou sua boca, portanto nessa narrativa esses cavalos e seus cavaleiros podem representar (e muitas interpretações os descrevem assim) uma cavalgada (campanha) com toques de guerra trazendo suas consequências por onde passam.
* As cores dos cavalos dizem muito dos respectivos cavaleiros como:
  • Branco – Pureza, santidade, régio, ilusão;
  • Vermelho – Sangue, assassinato, guerra;
  • marrom – Obscuridade, peste, maldição;
  • Descorado (verde-água ou baio) – Corpo em decomposição, repulsa.
* Seus apetrechos mostram característica a respeito do papel que desempenham ou a consequência de sua cavalgada:
  • Arco e mascara – Símbolo da guerra do poder falsidade;
  • Espada – Principal arma dos exércitos antigos, usada como símbolo de assassinato;
  • Balança e jarra – No contexto denota desigualdade ou injustiça (no caso de alimento)a jarra traz a peste dentro.
* A Ordem em que são chamados revela uma sucessão progressiva, pois eles não são chamados ao mesmo tempo, levando muitos a associar essa visão com acontecimentos do início do século 20, chegando à conclusão que o final das “Setenta Semanas” seria 1914, o primeiro cavaleiro Jesus Cristo e os outros cavaleiros sinais de sua presença.(Mateus 24:3, 21)
* Quem os chama são quatro “criaturas viventes cheias de olhos” ou querubins que estão “em volta do trono, em cada um dos seus lados” (i.e do trono de Deus). É provavel que não se refira a um número literal, mas representa toda a classe angelical desse grupo, ou dos que desempenham a mesma função. Cada um é desctrito como tendo a cabeça, ou aparência, distinta.
  • …a primeira(…)semelhante a um leão – O leão é símbolo do poder e da justiça. É também associado ao atributo divino da justiça. Na visão prófetica de Ezequiel sobre o templo de Deus, ao redor do trono ele também vê quatro querubins com quatro faces, sendo uma dessas face de leão.
  • …segunda(…)semelhante a um novilho(ou um touro) – Símbolo de força, também representado como um atributo divino, e uma das faces dos querubins vistos por Ezequiel.
  • …terceira(…)tem rosto semelhante ao de homem – O homem dentre as criações é o único semelhante a Deus,[14] e capaz de amar ou de imitar essa qualidade inerente dele.
  • …quarta(…)semelhante a uma águia voando – Dentre outras atribuições a águia é bastante conhecida por sua excelente visão[16] ou como símbolo de sabedoria, perspicácia ou discernimento. Também é símbolo da sabedoria divina e uma das faces dos querubins vistos por Ezequiel.
Como um todo esses querubins podem representar a ação ou manifestação conjunta (ou completa) dos atributos principais de Deus, tanto que são eles que chamam os quatro cavaleiros.
* Sete selos (ou sinete) e o rolo – o selo era usado como sinal de autenticidade ou garantia a privacidade do documento levando uma marca. O número sete é considerado um número sagrado e representa inteireza e o rolo (ou livro) era usado como símbolo de decreto, pronunciação ou onde estão anotados o conjunto desses símbolos denotam que esse rolo contém uma pronunciação inteiramente autêntica de acordo com seu contexto bíblico.
Características individuais
Conquista
Diz a Bíblia que ele virá e será seguido por muitos, o que remete a Zacarias 10:3-5, onde o profeta reúne seu “rebanho” e segue após ser “coroado”, travando batalhas contra seus inimigos(pregando). Este cavaleiro faz pensar nos partos (“Feras da terra”), cuja arma característica era o arco, terror do mundo romano no século I ( Dt 7,22; Jr 15,2-4 e 50,17; Ez 34,28 e 9, 13-21)
“E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.”
Apocalipse 6:2
Guerra
O Cavaleiro do Cavalo Vermelho, que tem uma Grande Espada, símbolo das guerras sangrentas. Acredita-se que o mesmo representa os flagelos, os meios pelos quais “Deus” castigaria e oprimiria os adoradores da besta e do falso profeta.
“E saiu outro, um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.”
Apocalipse 6:4
Fome
O Cavaleiro do Cavalo Negro, carrega consigo uma Balança e traz com isso, segundo uns, a justiça (proteção aos justos), segundo outros (a maioria dos estudiosos) o colapso econômico e a fome, pois a balança seria símbolo dos alimentos racionados e dos preços exorbitantes.
“E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: “Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho.”
Apocalipse 6:6
Morte
O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe), traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o último cavaleiro.
A tradição popular perpetuou a ideia de que este último animal seria uma égua esquálida e não um cavalo. A citação do Inferno que a acompanha é, tradicionalmente, representada pelo Leviatã a engolir as vítimas, destinadas à morte eterna.
“Então ouvi a terceira Criatura:”Venha” e apareceu um cavalo baio,o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto.”
— Apocalipse-6:7
Os cavaleiros e suas cavalgaduras
Os cavaleiros e seus cavalos, tal qual são descritos na Bíblia:

Cor do CavaloSimbolismo da corCavaleiroPoderSimbolismo do CavaleiroDescrição original grega
Branco/cinzafalsa inocência/ paz disfarçada.
Porta um arco uma coroa e uma mascara.Conquistar.Anticristo, o falso Cristo, a falsa religião.ίππος λευκός (híppos leukós), o Cavalo Branco
VermelhoO sangue derramado no campo de batalha.Porta uma espada.Traz a guerra.Guerra, destruiçãoίππος πυρρός (híppos pyrrós), o flamejante Cavalo vermelho
PretoEscuridão, planícies desertasPorta uma balançaEscassez de alimentosPenúria, fome, trocas injustasίππος μέλας (híppos mélas), o Cavalo Negro
amareloPele esverdeada de um cadáver, DecomposiçãoPorta um tridente, um alfanje ou uma gadanhaDestruir pela guerra, pela fome, pela peste, etc.Morteίππος χλωρός, θάνατος (híppos khlōrós, thánatos), o Cavalo verde pálido, chamado Morte


Mesmo que, muitas vezes, o cavaleiro branco seja interpretado como o Anticristo, o livro do Apocalipse não o nomeia como tal.Observações:
O livro do Apocalipse também não faz menção a cor dos cavaleiros e sim dos respectivos cavalos, quando o livro do Apocalipse faz menção a Jesus ele o menciona como tendo barba e cabelos brancos como a neve.
Em grego, a palavra usada para descrever o cavalo baio é chloros.
Algumas interpretações
Sendo um livro profético, o Apocalipse usa de linguagem simbólica para representar diferentes fatos. Tal fato não é diferente com relação aos quatro cavaleiros. Tal linguagem simbólica permite grande número de interpretações , por diferentes pessoas e diferentes correntes cristãs. Como principais interpretações podem ser consideradas as seguintes, por serem as que tem maior quantidade de adeptos:
* Visão temporal: Os quatro cavaleiros representariam eventos da época em que a “profecia” teria sido escrita. O primeiro cavaleiro representaria a esperança de derrota dos romanos (e consequentemente o término da perseguição aos cristãos) por povos vindos do oriente, provavelmente os alanos, que eram famosos arqueiros (notar a descrição de Apocalipse 6. 2, que diz “cavaleiro com um arco”). Os demais cavaleiros indicariam a queda dos romanos. (esta interpretação é a que tem menos adeptos religiosos, porém a mais aceita nos meios céticos).
* Visão futurista: A mais comum entre os cristãos protestantes. Os quatro cavaleiros representariam os quatro primeiros eventos do “fim do mundo”. O primeiro seria um grande líder que conquistaria grande poder e autoridade (motivo pelo qual muitos o identificam como o Anti Cristo ou o próprio Cristo), o segundo significaria uma “guerra mundial” entre o homem representado pelo primeiro cavaleiro e aqueles que não aceitariam a sua dominação, o terceiro seria a “fome” ou racionamento de alimentos, causada por estes se tornarem raros com a guerra, e o quarto seria uma grande crise de mortalidade, como uma consequência dos cavaleiros anteriores.
* Visão interpretativa: Os quatro cavaleiros representariam os períodos históricos da igreja cristã. Onde o primeiro cavaleiro seria o “cristianismo original”, que “conquistaria” grande número de seguidores, após isto, os muitos seguidores de Cristo se separariam e começariam a brigar (“guerrear”) pelo direito de interpretar os ensinos e as crenças cristãs (muitos consideram como o período dos primeiros Concílios), o terceiro cavaleiro representaria a “fome pela Palavra de Deus” (ver Amós 8. 11), ocasionada pelos muitos líderes que ocultariam tal ensino (muitos considerando este período como a época da Idade Média) e o último cavaleiro seria a “morte espiritual”, causada pela propagação de falsas doutrinas e religiões que substituiriam o verdadeiro cristianismo (muitos considerando que tal período se iniciaria com a Reforma protestante e seguiria até o “fim dos tempos”), o que levariam as pessoas diretamente para o “inferno” (notar a descrição deste cavaleiro de Apocalipse 6.8 que diz: “e o inferno o seguia”).
O que você faria se fosse um Cavaleiro do Apocalipse? E Qual você seria?

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